quinta-feira, 6 de março de 2014

DIA 14 SEXTA-FEIRA ÀS 08:00 NA ESCOLA




Qual vacina tomar?Existem duas vacinas de dois grandes laboratórios no mercado. Uma delas, a bivalente, protege contra os vírus mais associados ao câncer de colo do útero - o 16 e o 18. A quadrivalente (também chamada de tetravalente) abrange uma maior variedade: além do HPV que causa o câncer, também previne contra os tipos 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais.
Qual das duas é melhor? "Ambas são excelentes e cumprem o seu papel principal, que é prevenir o câncer de colo do útero",
afirma Neila Góis Speck, professora do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O médico é quem deve determinar qual delas escolher com base no histórico de saúde da paciente e de sua vida sexual. Não recomenda-se tomar as duas em hipótese alguma.

A proteção dura a vida toda? "Pesquisas apontam que a imunidade contra os vírus presentes na vacina dura por pelo menos dez anos", afirma Rosa Maria Neme, ginecologista de São Paulo. As voluntárias não voltaram a se contaminar após esse período. Isso leva a crer que não haverá a necessidade de tomar a vacina mais uma vez na vida.
Qual o melhor momento para se vacinar?O ideal é vacinar-se antes do início da vida sexual, a partir dos 9 anos de idade, quando ainda não houve nenhum risco de exposição ao vírus. Além disso, quanto mais jovem o organismo, mais anticorpos ele produz, aumentando a proteção. A recomendação do Ministério da Saúde é tomar até os 26 anos. Porém os especialistas afirmam que mulheres de todas as idades também devem se vacinar.

HISTORIADORES MIRINS - TEMA HISTÓRIAS QUE NOS ENSINAM








Estudar História é refletir sobre o presente, comparar modo de vida, é viajar mentalmente pelo tempo, é conhecer o modo de pensar e agir, é analisar a vida em sociedade na qual estamos inseridos, é perceber as mudanças e permanências no tempo e no espaço.
Os alunos contribuiram com entrevistas entre as pessoas da própria família e conhecidos. A proposta era peceber como viviam, forma de locomoção até chegar a escola, brincadeiras, costumes e alimentação. Para culminar com o tema a senhora ALVINA PESSOA ARRUDA avó da aluna Izadora veio relatar sua história de vida.



" CAUSO " CANUDOS - Profª Patrica Godinho Battistella veste-se a carater chamando à atenção dos alunos!

Situação do Nordeste no final do século XIX (contexto histórico)

- Fome – desemprego e baixíssimo rendimento das famílias deixavam muitos sem ter o que comer;

- Seca – a região do agreste ficava muitos meses e até anos sem receber chuvas. Este fator dificultava a agricultura e matava o gado.

- Falta de apoio político – os governantes e políticos da região não davam a mínima atenção para as populações carentes;

- Violência – era comum a existência de grupos armados que trabalhavam para latifundiários. Estes espalhavam a violência pela região.

- Desemprego – grande parte da população pobre estava sem emprego em função da seca e da falta de oportunidades em outras áreas da economia.

- Fanatismo religioso: era comum a existência de beatos que arrebanhavam seguidores prometendo uma vida melhor.

Dados da Guerra de Canudos:

- Período: de novembro de 1896 a outubro de 1897.

- Local: interior do sertão da Bahia

- Envolvidos: de um lado os habitantes do Arraial de Canudos (jagunços, sertanejos pobres e miseráveis, fanáticos religiosos) liderados pelo beato Antônio Conselheiro. Do outro lado as tropas do governo da Bahia com apoio de militares enviados pelo governo federal.


Causas da Guerra:

 
O governo da Bahia, com apoio dos latifundiários, não concordavam com o fato dos habitantes de Canudos não pagarem impostos e viverem sem seguir as leis estabelecidas. Afirmavam também que Antônio Conselheiro defendia a volta da Monarquia.

Por outro lado, Antônio Conselheiro defendia o fim da cobrança dos impostos e era contrário ao casamento civil. Ele afirma ser um enviado de Deus que deveria liderar o movimento contra as diferenças e injustiças sociais. Era também um crítico do sistema republicano, como ele funcionava no período.

Os conflitos militares

Nas três primeiras tentativas das tropas governistas em combater o arraial de Canudos nenhuma foi bem sucedida. Os sertanejos e jagunços se armaram e resistiram com força contra os militares. Na quarta tentativa, o governo da Bahia solicitou apoio das tropas federais. Militares de várias regiões do Brasil, usando armas pesadas, foram enviados para o sertão baiano. Massacraram os habitantes do arraial de Canudos de forma brutal e até injusta. Crianças, mulheres e idosos foram mortos sem piedade. Antônio Conselheiro foi assassinado em 22 de setembro de 1897.

Significado do conflito
A Guerra de canudos significou a luta e resistência das populações marginalizadas do sertão nordestino no final do século XIX. Embora derrotados, mostraram que não aceitavam a situação de injustiça social que reinava na região
"Neste abordagem, neste "CAUSO" e entre outros que conto, imagino-me naquela situação onde os interesses são maiores do que a própria  situação do povo." ( Profª Patricia Godinho Battistella)
"O Brasil não tem povo, tem público." (Lima Barreto) Esta frase sintetiza ironicamente, para o autor, a relação entre o Estado republicano e a sociedade brasileira.
Lima Barreto quis dizer que a população brasileira "assistiu" ao nascimento da república, não tendo participação ativa.