quarta-feira, 29 de maio de 2013

Professor de Língua Portuguesa Carlos Eduardo Canani realizou uma sequência didática com seus alunos do 6º ano

 
Com objetivo de trabalhar os gêneros textuais fábula, manchete e notícia, o Professor de Língua Portuguesa Carlos Eduardo Canani realizou uma sequência didática com seus alunos do 6º ano a partir de uma atividade de recriação textual. Os alunos possuíam grande dificuldade em assimilar as características e o plano global de cada um dos gêneros propostos. Assim, partindo do conhecimento prévio dos alunos, foram feitas inferências sobre o que eles sabiam a respeito de fábulas, quais as fábulas mais populares e conhecidas por eles, quem são os personagens das fábulas e o que é uma moral. Posteriormente, houve a leitura, interpretação e discussão da fábula de Esopo “A Cigarra e a Formiga”. Em seguida, foram lidas “A Cigarra e a Formiga boa” e “A Cigarra e a Formiga má”, versões do texto de Esopo criadas por Monteiro Lobato, que foram comparadas com a fábula original. A próxima atividade foi levar jornais para sala de aula e analisar o que são e como se constroem as manchetes. Foi analisado também como estão organizados os textos ao longo das páginas dos jornais. Foram trabalhadas brevemente as características do gênero notícia e buscamos descobrir como elas são produzidas. Por fim, os alunos reuniram-se com um colega para discutir e planejar a manchete e a notícia que produziriam a partir da versão de Lobato “A Cigarra e a Formiga má”. Era preciso imaginar o contexto de um crime, dando dramaticidade ao fato e contando-o como se fosse real. Após produzirem várias versões, revisarem e reescreverem seus textos, os alunos passaram a limpo suas notícias, ilustrando-as e criaram mini-jornais inclusive com nome e anúncios. A atividade foi desenvolvida em aproximadamente nove aulas e foi bastante proveitosa. Os alunos atingiram os objetivos propostos e produziram manchetes e notícias muito criativas a partir da recriação da fábula estudada.
 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Lages Princesa da Serra!


Hino de Lages

Lages (sc)

Hinos

Sob o céu recamado de estrelas
Surge um astro nitente a fulgir,
É da pátria liberta a conquista
Que nos leva a prever bom porvir!...
Desprendei, liberdade anelada,
Desprendei um sorriso de amor!
Dai ao povo de Lages a crença,
O civismo, a coragem, o valor!...
Neste dia formoso em que a festa
A nossa alma de encantos seduz,
Nos ensina que a luz do progresso
A porvir glorioso conduz!
Desprendei, liberdade anelada,
Desprendei um sorriso de amor!
Dai ao povo de Lages a crença,
O civismo, a coragem, o valor!...
Entre flores gentis, nacaradas
Como as cores que adornam arrebóis,
Um conjunto de eternas venturas
Lá do céu cairá sobre nós!
Desprendei, liberdade anelada,
Desprendei um sorriso de amor!
Dai ao povo de Lages a crença,
O civismo, a coragem, o valor!...

Vem pra Festa do Pinhão! VEM!!!!


Maquete: Feudalismo e Invasão Bárbara.

Alunos do 7º ano constroem maquetes na disciplina de História, orientados pela professora Patrícia Godinho Battistella.


A partir do século III, o Império Romano enfrentou diversas crises internas e invasões de povos Germânicos.Em 395, para tentar solucionar os problemas, o Imperador Teodósio dividiu o Império em duas partes: uma no Ocidente, com capital em Roma, e outra no Oriente, sediada em Constantinopla.
Separados, os dois impérios conheceriam destinos diferentes. O poderoso Império Romano do Ocidente não resistiria ás pressões em suas fronteiras e ruiria, dando lugar a diversos reinos, nos quais surgiria um novo tipo de sociedade, baseada em tradições Germânicas e Romanas: a Sociedade Feudal.
O Império Romano do Oriente, alternando momentos de apogeu a graves crises, ainda  sobreviveria por quase mil anos. Com este tema, iremos estudar o destino da Europa Ocidental após a desagregação do Império Romano do Ocidente.













 
Professora Patricia Godinho Battistella trabalha com os alunos do 7º ano - Banquete Feudal!
 
 A refeição refletia o prestígio do senhor feudal. Por isso, cada banquete medieval era pensado e preparado pensando mais em deslumbrar que alimentar.
   A roupa era uma expressão da hierarquia social. Era costume que todos se vestissem de acordo com a sua posição e função na sociedade, e a violação da regra era considerada afronta à ordem divina.






 

Serenata da Amizade!


Trabalhos realizados pela Professora Lucilene Apª Soares e alunos do Pré ao 5º ano - Literatura e Produção Textual

                                   Marmelada de banana, bananada de goiaba
                                   Goiabada de marmelo
                                   Sítio do Pica-Pau amarelo
                                   Sítio do Pica-Pau amarelo


                                 
                                  Boneca de pano é gente,
                                  sabugo de milho é gente
                                  O sol nascente é tão belo
                                  Sítio do Pica-Pau amarelo
                                  Sítio do Pica-Pau amarelo

                                     
                                    Rios de prata, pirata
                                    Vôo sideral na mata, universo paralelo
                                    Sítio do Pica-Pau amarelo
                                    Sítio do Pica-Pau amarelo
                                    No país da fantasia, num estado de euforia
                                    Cidade polichinelo
                                    Sítio do Pica-Pau amarelo